Como é o vosso Paraíso? O meu tem forma de Biblioteca.
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30
Set 11
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"A coleção Amores Proibidos da Editora Draco tem como objetivo fomentar no Brasil um gênero que movimenta milhões em vendas todos os anos pelo mundo – o romance sobrenatural (conhecido como paranormal romance lá fora) – e que tem ocupado cada vez com mais frequência a lista de best sellers.

Ao criar a bem-sucedida Meu Amor é um Vampiro e a recém-lançada Meu Amor é um Anjo convidamos nove autoras para compor os times, conseguindo uma mistura equilibrada de estilos que casaram perfeitamente com a proposta da coleção. Para o terceiro volume, nós da Editora Draco decidimos fazer algo diferente.

Meu Amor é um Mito será uma coletânea aberta para o envio de contos. A seleção ficará a cargo dos organizadores Janaína Chervezan e Eric Novello. Os contos selecionados se somarão ao da autora convidada Ana Lúcia Merege (O Caçador e O Castelo das Águias) nesse volume que desde já promete ser um marco para a coleção. Veja alguns dados importantes abaixo.

Livro: Meu Amor é um Mito

Vagas abertas: oito autoras.

Período de envio: de 1º de agosto a 30 de novembro de 2011.

Tamanho: de 20 mil a 30 mil caracteres/toques com espaços.

Anúncio dos participantes: será feito aqui no blog oficial da editora, em data a ser anunciada.

Mitologias liberadas para este volume da coleção: greco-romana, nórdica e celta.

O meu conto é tão legal, só que ele usa outra mitologia. Posso mandar? Não.

Sou garoto e escrevo bem romance paranormal, posso participar? Não.

Proposta: A coleção Amores Proibidos é voltada para o público jovem adulto. O conto precisa envolver o romance entre dois protagonistas, sendo que ao menos um deles deve representar o tema do livro. Exemplos: o filho de um deus, um domador de pégasos, um viking descongelado ou o que mais sua criatividade for capaz de alcançar.

A abordagem de um romance na história não significa que o conto precisa ser romântico do início ao fim. Serão aceitos contos de humor, de terror, de ficção-científica, drama, aventura, suspense, etc. Cabe ao autor decidir que atmosfera coincide melhor com a proposta apresentada. Nos livros anteriores, foram grandes as surpresas. Surpreenda-nos você também.

Os contos podem se passar em qualquer época do presente, passado ou futuro. Use a sua imaginação. Lembre-se de que a ambientação de um texto merece cuidado. Se decidir por uma determinada época, pesquise sobre ela antes de começar a escrever. Na hora da avaliação, os organizadores levarão em conta a qualidade e a variedade, pensando na composição geral do livro. Seja criativo, mas não perca o foco. Na literatura, menos é mais.

Qualquer dúvida, entrem em contato conosco. Boa sorte e até novembro!"

 

Regulamento


23
Set 11
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"Organizado pela Câmara Municipal de Aveiro em parceria com a Universidade de Aveiro e o Grupo Poético de Aveiro, o Prémio de Poesia Nuno Júdice vai distinguir o melhor trabalho de poesia concorrente com o valor de 2.500 euros.
Criado em 2007, esta é a terceira edição do prémio de poesia cuja organização é efectuada bianualmente pela Câmara Municipal de Aveiro, em parceria com a Universidade de Aveiro e o Grupo Poético de Aveiro.
O Prémio tem por objectivos celebrar o poeta premiado Nuno Júdice, autor cuja produção poética e cultural muito têm contribuído para a afirmação e difusão da língua portuguesa; afirmar a referência de qualidade e contemporaneidade da obra de Nuno Júdice e usá-la como estímulo criativo. Reafirmar a Poesia como género maior da Literatura portuguesa, estimular a criação literária, em particular a poética e valorizar as narrativas poéticas contemporâneas, bem como destacar a utilização da língua portuguesa, em Portugal e nas Cidades Irmãs e Amigas de Aveiro.
A presente edição surge com uma novidade, serão admitidos a concurso os autores naturais dos Municipios geminados ou dos Municípios que têm protocolos de cooperação com a Autarquia de Aveiro, desde que não tenham vencido edições anteriores deste Prémio."

 

Pare ler o restante regulamento consulte a página.

 

Move your ass! Até 30 de Setembro.


16
Set 11
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 HISTÓRIAS ENVENENADAS - VOLUME II

 

Era uma vez uma princesa muito bonita que conheceu um principe muito rico. Apaixonaram-se e viveram felizes para sempre. Bla bla bla...

Farto desse tipo de estórinhas?

 

"No livro A Psicanálise dos Contos de Fadas, o psicólogo Bruno Bettelheim afirma que "ao contrário do que acontece em muitas histórias infantis modernas, nos contos de fadas o mal é tão onipresente quanto a virtude." E ele está certo, pois muitos não sabem que esse tipo de história foi concebido como entretenimento para adultos. Também não imaginam que, em sua forma original, traziam adultério, incesto, canibalismo e mortes hediondas. Mas não adiantou nada os irmãos Grimm e Charles Perrolt suavizarem essas atrocidades e acrescentado lições de moral em seus escritos, pois, no segundo volume de HISTÓRIAS ENVENENADAS, escritores contemporâneos resgataram todo o horror original em releituras de histórias tradicionais ou novos enredos.

Prazo de recebimento de textos: Até 30 de março de 2012
Data de lançamento do livro: junho de 2012

Organização: Chico Anes"

 

Regulamento


09
Set 11
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"O tradicional rock and roll é a base dessa nova proposta da Editora Estronho. Fantasias e sonhos devem se misturar a relatos e testemunhos reais, através de contos e crônicas que, obrigatoriamente, vão unir o rock and roll a pelo menos mais um dos temas restantes, explícitos no título dessa antologia. E assim como o rock, queremos algo descontraído e divertido. O bom humor deve ser um componente em destaque em suas escritas. Elementos fantásticos são bem-vindos, mas não serão obrigatórios, pois o estilo é livre. Serão aceitos contos e crônicas.

Mas é claro que nós, da Editora Estronho não deixariamos as coisas assim tão fáceis. Os textos deverão ser baseados em uma música, à escolha do autor, devendo ser obviamente um rock and roll.


Prefácio de Fausto Fawcett. Autores convidados: Alfer Medeiros, ("Fúria Lupina" e "Livraria Limítrofe") e Gabriel Hamdan (vencedor do 3º concurso de minicontos do Estronho)."

 

Regulamento.


26
Ago 11
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"Cavaleiros, dragões, batalhas épicas! Nesta antologia, personagens dos mais variados lugares e épocas se reúnem em uma taverna muito especial para relatar aos bardos suas aventuras.

O autor poderá contar qualquer história onde o contexto medieval se faça presente. NÃO SERÃO ACEITOS sob quaisquer circunstâncias textos com apologia ou menção explícita à pedofilia e zoofilia. Também não serão aceitos textos que tenham como temática o sexo entre as personagens. Uma insinuação, tudo bem, mas descrever toda uma cena onde o cavaleiro deflora a princesa virgem já é demais! Também SERÃO VETADOS textos onde HAJA DISCRIMINAÇÃO ou APOLOGIA ao preconceito (velada ou explícita) a quaisquer grupos (LGBT, Afrodescendentes e outros). Queremos ver aventura, batalhas, sangue e glória. Queremos ver heróis derrotarem seus inimigos e marcharem sob a bandeira da vitória de volta a seus reinos. Sinta-se à vontade inserir elementos que enriqueçam a narrativa, desde que contemplem os termos acima. Pode-se usar nos textos subtemas como Ficção Científica, Horror, Steampunk ou outros gêneros literários. Se o contexto medieval couber nesses reinos, desenvolva sua história!

Lembre-se de que é uma antologia de contos medievais! Lutas e aventuras são o foco principal da narrativa!"

 

http://petralumeneditora.com.br/


19
Ago 11
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Pessoas, tragam as suas armas! Vamos, rápido. A editora Saída de Emergência está à procura de guerreiros e vocês podem ser os escolhidos. Deixo, em baixo, os requisitos estabelecidos pela editora, num texto de João Barreiros:

 

"O propósito desta antologia temática será retratar Lisboa na volta do Milénio — Natal do Ano 2000 — mas um Milénio diferente tal como poderia ter sido imaginado pelos autores do início do séc XX.

Trata-se pois de um conceito semelhante ao tão popular género steampunk, mas com duas diferenças. As narrativas terão de decorrer precisamente no ano 2000, ou seja, no futuro e a base de energia não será o vapor, tão caro aos autores com Blaylock, Powers e Gibson, mas sim a electricidade cuja utilização começava já a despontar na aurora do século XX.

A nossa intenção será criar um mundo consensual, de uma série de contos interligados no mesmo tempo (uma semana), no mesmo futuro/passado (ano 2000), onde serão utilizadas todas as tecnologias sonhadas pelos nossos avós.

Algo como isto foi já tentado por autores do século passado, cuja leitura das obras se recomenda aqui como fontes de inspiração:

 

WHEN THE SLEEPER AWAKES, H. G. Wells

AS MARAVILHAS DO ANO 2000, Emílio Salgari.

PARIS NO ANO 2000, Júlio Verne.

LISBOA NO ANO 2000, Melo de Matos

O FUTURO DOS NOSSOS AVÓS, Carlos L. Bobone

 

E isto para apenas realçar alguns exemplos mais marcantes.

 

Resta agora pensar um pouco nas invenções tecnológicas que poderiam surgir numa época como esta.

 

— Dirigíveis. — Sejam eles naves de guerra ou simples veículos de transporte.

— Passadeiras móveis (tipo tapetes rolantes junto às estradas como diferentes gamas de velocidades).

— Monocarris elevados para a aristocracia, centenas de metros acima do nível das ruas.

— Mega prédios nas novas zonas periféricas. Alimentados por colectores Tesla.

— Nas zonas mais proletárias, e haverá bairros gigantescos e degradados de “continentes proletários”, talvez seja possível utilizar colectores eólicos.

— O Tejo estaria defendido por baterias de canhões nas duas margens, canhões que lançariam obuzes para deslizarem sobre as águas como faz um seixo rolado até irem bater no casco dos navios inimigos. (facto histórico)

— Contentores de mercadorias em forma cilíndrica seriam disparados de uma ou de outra margem por canhões electromagnéticos e recolhidos em rampas no final de uma órbita parabólica rigorosamente calculada.

(Sugestão para um conto: falhas no sistema dos mecanismos de disparo provocariam o extravio catastrófico destes contentores de várias toneladas)

— Isto implica que potências inimigas possam fazer fogo contra Portugal com mega canhões a milhares de quilómetros de distância. (Recordem-se da Big Bertha).

— Submarinos. (Principalmente controlados pela Grosse Germânia que ocupa a totalidade da Europa até aos Pirinéus) — Um pequeno combate naval na embocadura do Tejo seria um tema interessante.

http://www.submarine-history.com/NOVAtwo.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/Isaac_Peral

Nos links acima citados encontram-se magníficos desenhos sobre os primeiros protótipos. Aliás seria interessante que fosse utilizado o modelo construído por Isaac Peral, que se encontra em exposição no Museu do Mar em Barcelona e no qual o Júlio Verne se inspirou para o seu Nautilus.

— Fábricas e fundições com o modelo das fornalhas solares do Padre Himalaya.

— Para coleccionar a energia, teremos dezenas e dezenas de Torres Tesla, perfeitamente funcionais. A maior  estaria localizada na zona do Bugio.

— Tesla teria desenvolvido armas terríveis como o raio da morte que poderia ser utilizado, na sua forma macro ou micro, pelo exército.

E também, claro, a máquina de gerar terramotos que poderia servir de tema a um qualquer conto sobre terrorismo anarquista.

 

Uma ideia interessante, aflorada no livro do Emílio Salgari: a novidade das novas formas de energia (neste caso a electricidade) gera novos medos. Quais as consequências de uma atmosfera saturada de impulsos eléctricos?

 

A minha resposta seria: a captura de espíritos (dead people) que teriam tendência a congregarem-se junto destes megageradores que utilizam o campo electromagnético terrestre. E mesmo djins, espíritos do ar da terra e das águas, que aos poucos vão ganhando congruência.

 

Como resposta a este problema, existem Companhias de exorcistas, que constantemente despolarizam as zonas mais infestadas de Lisboa.

 

Lisboa seria uma urbe imensa, com mais de 100 quilómetros de diâmetro, que se tenderia até Setúbal para o Sul, Cascais e Sintra. As zonas ribeirinhas estariam de tal modo atravancadas por zonas fabris, refinarias, conservas de peixe, fábricas de cordame, centrais eléctricas e geotérmicas, que a Torre de Belém estaria completamente afundada neste caos de armazéns, linhas de caminho-de-ferro e docas para os grandes cruzadores transoceânicos.

 Os primeiros mecanismos de consciência artificial estariam já a ser utilizados. Não robôs, mas autómatos ou golems movidos a corda ou a baterias e activados por rolos de cartões perfurados. Estes serviçais teriam tendência a ficarem desafinados ou a enlouquecer junto das torres Tesla. Portanto muito cuidado. Casos houve onde eles foram possuídos pelas emanações desses fantasmas irredutíveis.

Os automóveis seriam pilotados pelos robôs/tronco (as pernas aqui não seriam necessárias). Os nostálgicos de outras eras teriam ainda cavalos automáticos para puxarem as caleches.

Algures, no Norte de África, as fábricas abandonadas pelos Ingleses, Franceses e Espanhóis, estão aos poucos a atingir a singularidade. Não cessam de disparar mega canhões para colocarem parte de si mesmas em órbita em torno da Terra. São zonas tão bem defendidas por autómatos de ataque que se tornaram numa terra de ninguém. Mesmo assim há quem se aventure no interior em busca de artefactos muito bem cotados nos mercados Europeus.  Pensem em Marrocos, Tunísia, Argélia, Egipto, enfim. Toda a faixa do Norte de África até ao  Atlas.     

Inimigos? Bom, a Grosse Germânia, que ocupa a Europa Central, governada por Keisers paranóicos em crise expansionista. Aliados? Os Britânicos, os Espanhóis. Os USA continuam perdidos em guerras intestinas, Norte contra Sul, para sempre.

O grande mistério: O que foi que aconteceu à Rússia, da qual não chega uma única notícia? Diz-se por lá que atingiu a Utopia, mas ninguém que a visitou conseguiu voltar.

Os nossos governantes serão Reis, mas reis degenerados por uma excessiva endogamia. Os infantes e príncipes, todos eles com dificuldades cognitivas, só conseguem deslocar-se com a ajuda de “coleiras conselheiras” que nem sempre dão bons conselhos… (Imaginem-nas infectadas por programas virais importados do Norte de África).

 

Esta será apenas uma primeira abordagem ao tema. Todos os participantes nesta antologia deveriam introduzir algo mais, como acrescento, mas nunca como corte às premissas acima citadas. Não se esqueçam que estamos numa realidade consensual. Todas as narrativas decorrem no mesmo universo, sem que haja contradições.

Algo importante: nunca, nunca contar. Sempre e sempre mostrar. O infodump é totalmente proibido, e a ser cortado como se fosse um anátema. Os contos terão de ser estimulantes, rápidos, complexos, originais e, essencialmente, com pessoas. Lisboa não passa de uma tela, de um pano de fundo. Tentem ser sempre criativos. Não se coíbam. Não sejam politicamente correctos. Sangue e violência são permitidos. Por isso mesmo esqueçam o umbigo. Temos um mundo inteiro para pintar.

 

João Barreiros

 

DATA LIMITE DE SUBMISSÕES: 30 de Dezembro de 2011. Após esta data, as submissões enviadas serão automaticamente excluídas.

Os contos deverão ser submetidos em formato rtf ou word, e enviados como anexo para o e-mail geral@saidadeemergencia.com com o assunto SUBMISSÃO LISBOA ELECTROPUNK. O e-mail de submissão deverá incluir os contactos do participante. É permitida mais do que uma submissão por cada autor.

Os contos submetidos deverão ser inéditos e em língua portuguesa e não deverão ultrapassar os 35.000 caracteres com espaços. Os textos serão avaliados pelo editor da Saída de Emergência e o organizador da antologia, João Barreiros. Os resultados serão anunciados na última semana de Fevereiro de 2012 e, no caso de submissão aceite, os autores serão contactados para posterior publicação na antologia. A editora e organizador reservam-se no direito de não seleccionar quaisquer submissões caso estas não cumpram os requisitos solicitados. A antologia será publicada no verão de 2012.

Boa sorte e bom trabalho!"

 

 

 


12
Ago 11
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- Obras publicadas em Portugal, entre Julho de 2009 e Junho de 2011*

- Prémio: €20.000!

- Prosa

 

*vide excepções e mais informações aqui.

 

Estou muda. Não posso concorrer a este. Boa sorte! :D


05
Ago 11
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- Meninos...Meninas...juntem-se aqui. Quero contar-vos uma coisa - disse a rapariga, com um sorriso nos lábios.

- O quê? O quê? O quê? - gritou a criançada, curiosa.

- A Câmara Municipal da Guarda abriu um concurso literário para poesia - sussurrou com a voz embriagada de entusiasmo.

- Aaah! - responderam em coro, um bocado desapontados com a notícia.

- Avisem os vossos pais, irmãos, avôs, primos, amigos: poetas! Só poetas - cantarolou a rapariga, como se sonhasse. - O prémio é de € 2.500 e, ainda, a publicação da obra. Não é lindo? - os olhos brilhavam e as mãozinhas tremiam.

- Pois... - resmungaram as crianças, saindo daquela roda de gente e voltando às suas brincadeiras. Para trás ficou ela, sonhadora, mergulhada numa felicidade notória.

 

- Essa Menina da Biblioteca é um bocado estranha, não é? - perguntou um dos rapazes.

- É. Dizem que só lê, lê, escreve, escreve e fica assim, tola e feliz, com concursos desses - respondeu alguém.

- Se calhar nem é humana - murmurou uma rapariga bonita.

As cabeças viraram todas em direção à Menina da Biblioteca e lá estava ela, agarrada aos livros, a papel, caneta e portátil.

- Que bicho raro!  

 

 

P.S: regulamento.


29
Jul 11
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O texto que se segue foi copiado, na íntegra, do site da Editora Estronho e, como tal, todas as vezes que se falar em "nacional", refere-se, evidentemente, ao Brasil.

 

 

 

"Adoramos o folclore nacional e sabemos que não há necessidade de mudança em suas lendas para que se tornem interessantes. São por si só, uma excelente literatura para todas as idades. Mas fica a pergunta de quem gosta também de literatura fantástica, mais precisamente terror e suspense: Como seriam nossas lendas, se tivessem sido escritas pelos mestres do terror?

Edgar Allan Poe, H.P. Lovecraft, Mary Shelley, Bram Stoker, H. G. Wells, Robert Louis Stevenson, E. T. A. Hoffmann, Guy de Maupassant, Ambrose Bierce, Stephen King e tantos outros que nos inspiram.


A antologia “Quando o Saci encontra os mestres do terror” quer brincar um pouco com essa mistura de estilos e deixar nossas lendas um pouco mais assustadoras e/ou misteriosas. Saci, Boto, Mula sem cabeça, Curupira, Mãe d´água, Boitatá, Cuca, Mapinguari, Negrinho do Pastoreio, Vitória Régia e muitas outras, com uma roupagem nova e ousada.


Não se trata de querer mudar o nosso folclore, e sim de render uma homenagem a essas lendas, muitas vezes esquecidas pelo público juvenil e adulto.


A obra terá o prefácio de Rober Pinheiro, que em seu romance Lordes de Thargor, soube com maestria, mesclar fantasia com elementos de nosso folclore sem torná-los meros coadjuvantes de uma literatura importada.


A Editora Estronho e a organizadora Tânia Souza, querem que você participe de mais esse desafio junto com os autores convidados: Ana Cristina Rodrigues, Felipe Santos, Flávio de Souza e Georgette Silen."

 

Regulamento.


22
Jul 11
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Bom dia. A Paraíso Biblioteca encontrou duas iniciativas literárias por terras de África.

 

O Prémio Literário Sagrada Esperança é dirigido a todos os angolanos e pretende premiar romance, conto, poesia, dramaturgia, ensaio, crónica ou novela. O prémio é o valor em moeda nacional correspondente a quinze mil dólares americanos, a entrega de um troféu e a publicação da obra. Apressem-se - o concurso fecha as portas no dia 15 de Agosto.

 

O Prémio de Literatura Africana 2011 é aberto a todas as pessoas nacionais ou naturais de qualquer país africano de língua oficial portuguesa. Dez mil euros serão entregues ao melhor trabalho: novela, romance ou conto. Relaxem, façam uma obra de arte e enviem até ao dia 30 de Outubro.

 

Boa Sorte a todos!


Contacto: paraisobiblioteca@sapo.pt | Twitter: @ValentinaSFerr
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E tu? Já és fã? ;)
A Menina da Biblioteca também escreve aqui:
"Estórias do Arco-da-Velha"